Jorge Santos nega existência de manifestação silenciosa dos funcionários da Assembleia Nacional

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O presidente da Assembleia Nacional (AN), Jorge Santos, afirmou hoje à imprensa que “não houve nenhuma manifestação silenciosa” dos funcionários da instituição que preside com relação ao Plano de Cargos Carreiras e Salários (PCCS).

Segundo Jorge Santos,  o que houve foi alguns funcionários assistirem a sessão na galeria, que é um sítio público onde todos podem assistir os trabalhos na Assembleia Nacional.

“As manifestações são autorizadas, existe toda uma lei de manifestação e, principalmente quando se trata de um órgão de soberania, as manifestações têm regras. Por isso não houve nenhuma manifestação na Assembleia Nacional, o que houve foram acções legítimas individualizadas de funcionários que faltaram ao trabalho para estarem presentes na galeria da Assembleia Nacional com toda a legitimidade”, reagiu o presidente da Assembleia Nacional.

No entanto, Jorge Santos afirmou que a posição dos funcionários “é um sinal” e que a AN acolhe.

Isto porque a assembleia, ajuntou, já se encontra a efectuar um trabalho para “intensificar e densificar” o seu tecido técnico, principalmente “nesta nova etapa de reforma” do parlamento.

Jorge Santos garantiu que tais questões, inclusive a nova orgânica da Assembleia Nacional, serão as principais preocupações da acção parlamentar no primeiro trimestre de 2019.

Por: Inforpress