O Presidente da República de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, chega hoje, sábado à Cabo Verde numa visita que terminará na terça-feira.
Esta não é a primeira vez que Marcelo Rebelo de Sousa visita Cabo Verde, este já o tinha feito quando era professor de direito. Agora, será a primeira vez como chefe de Estado a convite de Jorge Carlos Fonseca, Presidente da República de Cabo Verde, que já foi seu colega de faculdade.
Durante os quatro dias, o Presidente português estará na ilha de Santiago, Fogo e São Vicente. Hoje, sábado, não tem nada marcado, até porque chega no final da tarde.
A visita de Estado só terá início no domingo, na ilha do Fogo, onde a comitiva subirá até à Adega Cooperativa de Chã das Caldeiras, que fica a cerca de 2 mil metros de altitude, onde se produz o famoso vinho desta ilha. Depois, o Presidente da República dará um passeio na cidade de São Filipe, junto ao mar.
Ao anoitecer, já na cidade da Praia, haverá uma recepção à comunidade portuguesa, na fragata Álvares Cabral, com uma sessão musical da banda portuguesa Dead Combo, que vai participar num festival de música em Cabo Verde.
Na segunda-feira, na ilha de Santiago, terão lugar os encontros institucionais com o chefe de Estado de Cabo Verde, no palácio presidencial, e com o primeiro-ministro, Ulisses Correia, num hotel da capital, e uma cerimónia na Câmara Municipal da Praia, que entregará a Marcelo Rebelo de Sousa as chaves da cidade.
Neste dia, o Presidente português vai ainda depor uma coroa de flores no Memorial Amílcar Cabral, herói da luta pelas independências de Cabo Verde e da Guiné-Bissau, discursar na Assembleia Nacional e visitar a Escola Portuguesa de Cabo Verde.
O último dia de terça-feira será passado na ilha de São Vicente, com uma sessão solene na Câmara Municipal do Mindelo, visitas à escola portuguesa local e a uma academia de artes e, como ponto alto, uma conversa dos presidentes português e cabo-verdiano com alunos e professores universitários.
Os últimos pontos do programa serão as visitas a empresas portuguesas do setor têxtil, no Parque Industrial do Lazareto.
Fonte: Lusa






