O Primeiro-Ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, sublinhou hoje, em Santa Catarina, que não havia outra solução, senão extinguir o Novo Banco antes que este acumulasse mais problemas.
De visita ao concelho de Santa Catarina, o chefe do Governo respondia à imprensa sobre as medidas de resolução aplicadas pelo Banco de Cabo Verde, que aliena parcialmente as actividades e a maior parte dos activos e passivos do Novo Banco à Caixa Económica de Cabo Verde.
Para Ulisses Correia e Silva, o Novo Banco é consequência de um banco que “nasceu mal, cresceu mal e havia de dar mal”, portanto esta decisão do BCV veio a tempo para evitar que a situação piorasse no futuro.
O chefe do Governo acredita que com esta medida ficam salvaguardos os direitos dos clientes.
“Assim salvamos os depósitos, salvamos e garantimos através da Caixa Económica a normalidade da relação com os depositantes e os clientes, e conseguimos salvar o essencial que é salvar o dinheiro que cada um tem depositado no banco e garantir que as coisas funcionem na normalidade”, disse.
A partir de agora, de acordo com o primeiro-ministro, objectivo é assegurar que o sistema financeiro continue a funcionar com “credibilidade e com nível de confiança” para todos os cabo-verdianos e para todos aqueles que confiam no sistema.
Fonte: Inforpress






