A Direcção Nacional da Polícia Nacional, garantiu nesta quinta-feira que em todo o território nacional houve uma adesão de 46,6% dos efectivos no segundo e penúltimo dia da greve dos agentes da Polícia Nacional (PN).
Em comunicado enviado à Inforpress, a PN informou que dos 611 efectivos escalados nos diferentes serviços e unidades operacionais a nível nacional, 53,28% compareceram nos seus respectivos postos de trabalho e 285 efectivos aderiram à greve.
Enquanto os dados da Direcção Nacional da Polícia Nacional apontam para uma adesão de 46,6% no segundo dia, o presidente do Sinapol, José Barbosa, garante que houve uma adesão de 99%, a nível nacional.
No tocante ao cumprimento do plano operacional para esta quadra festiva, particularmente na Cidade da Praia, assegurou que está sendo garantido pelo pessoal que não aderiu à greve e que conta com o apoio das Forças Armadas.
Em relação às fronteiras, os serviços, de acordo com o comunicado do Gabinete do Governo, estão a ser garantidos normalmente na Cidade da Praia e na Ilha do Sal, pelos efectivos da Direcção de Estrangeiros e Fronteiras, que não aderiram à greve.
“No entanto, na Boa Vista e em São Vicente houve a necessidade de fazer reajustes, mas a formalidades nas fronteiras vêm acontecendo na normalidade”, apontou.
A Direcção Nacional da PN informa que continua a “fazer de tudo” para garantir a “segurança e a tranquilidade de todos”.
No primeiro dia da greve, o Governo estimou que apenas 40% dos efectivos aderiram a greve, enquanto o Sindicato Nacional da Polícia apontou para uma adesão de mais de 90%.
Os agentes da PN reivindicam actualização salarial, redução da carga horária, introdução de um regulamento de trabalho e pagamento, com efeitos retroactivos, do subsídio de condição policial aos agentes da Guarda Fiscal, o pagamento de 25% sobre o vencimento, enquanto subsídio de condução, ao pessoal da PN que exerce, cumulativamente, as funções de condutores.
Fonte: Inforpress






