Um sismo de magnitude 4.7 na escala da Richter fez esta segunda-feira a terra tremer na região de Lisboa. O epicentro foi na zona do Seixal, a cerca de 24 quilómetros de distância da capital.
Segundo a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), até ao momento não foram registados danos pessoais ou materiais na sequência do sismo.
“Não há registo de danos pessoais ou materiais até ao momento”, referiu a Proteção Civil em comunicado ao início da tarde.
“Hoje, dia 17 de agosto, pelas 13h24 (hora local), foi registado nas estações da Rede Sísmica do Continente um sismo de magnitude 4.7 (Richter) e cujo epicentro se localizou a oeste do Seixal”, acrescentou.
“Não há registo de danos pessoais ou materiais até ao momento”, referiu a Proteção Civil em comunicado ao início da tarde.
“Hoje, dia 17 de agosto, pelas 13h24 (hora local), foi registado nas estações da Rede Sísmica do Continente um sismo de magnitude 4.7 (Richter) e cujo epicentro se localizou a oeste do Seixal”, acrescentou.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) informou, por sua vez, que pelas 13h24 “foi registado nas estações da Rede Sísmica do Continente um sismo de magnitude 4.7 (Richter) e cujo epicentro se localizou a cerca de 14 quilómetros a Sudoeste de Seixal”.
“Este sismo, de acordo com a informação disponível até ao momento, não causou danos pessoais ou materiais e foi sentido com intensidade máxima V/VI (instrumental) (escala de Mercalli modificada) no concelho de Almada e Sesimbra”, acrescenta a entidade.
O IPMA explica que a localização do epicentro de um sismo “é um processo físico e matemático complexo que depende do conjunto de dados, dos algoritmos e dos modelos de propagação das ondas sísmicas”.
“Agências diferentes podem produzir resultados ligeiramente diferentes. Do mesmo modo, as determinações preliminares são habitualmente corrigidas posteriormente, pela integração de mais informação”, adianta a nota.
“Este sismo, de acordo com a informação disponível até ao momento, não causou danos pessoais ou materiais e foi sentido com intensidade máxima V/VI (instrumental) (escala de Mercalli modificada) no concelho de Almada e Sesimbra”, acrescenta a entidade.
O IPMA explica que a localização do epicentro de um sismo “é um processo físico e matemático complexo que depende do conjunto de dados, dos algoritmos e dos modelos de propagação das ondas sísmicas”.
“Agências diferentes podem produzir resultados ligeiramente diferentes. Do mesmo modo, as determinações preliminares são habitualmente corrigidas posteriormente, pela integração de mais informação”, adianta a nota.
Por: RTP






