Yaya Touré, jogador do Manchester City, foi o segundo melhor jogador africano do ano de 2015 perdendo para o gabones Pierre-Emerick Aubameyang.
Depois de quatro vezes seguido ter sido eleito jogador do ano, o médio do City ficou indignado pela forma como não pode fazer o “penta”.
“Estou muito, muito desapontado. É triste ver África reagir desta forma, quando parece que as conquistas africanas não são importantes. Acho que isto vem trazer vergonha para África, porque agir desta forma é indecente. Mas o que é que eu posso fazer? Nós, africanos, não demonstramos que África é importante. Favorecemos mais o que é de fora, do que o nosso próprio continente. É patético. O Yaya vai tomar conta do Yaya, e África que tome conta de si própria! Como já disse muitas vezes, não podes preocupar-te muito com África, porque ela é sempre a primeira a deixar-te mal. Quando regressar à Europa, vão fazer-me muitas perguntas. E vou ter de respondê-las. Vou ter que ser honesto, porque eu sempre digo a verdade”, esclareceu Touré.
“Se o Lionel Messi ganhou todos os troféus, mas a Bola de Ouro na segunda-feira for parar ao Cristiano Ronaldo, o que é que diríamos? Que era injusto”, finalizou o jogador que em 2015 conquistou, pela Costa do Marfim, o CAN e a nível de clubes não conseguiu nenhum troféu.
Yaya Touré: “É patético e indecente a escolha do melhor jogador africano”
O futebolista costa-marfinense Yaya Touré não gostou de ter perdido o prémio de melhor futebolista africano do ano.
Yaya Touré, jogador do Manchester City, foi o segundo melhor jogador africano do ano de 2015 perdendo para o gabones Pierre-Emerick Aubameyang.
Depois de quatro vezes seguido ter sido eleito jogador do ano, o médio do City ficou indignado pela forma como não pode fazer o “penta”.
“Estou muito, muito desapontado. É triste ver África reagir desta forma, quando parece que as conquistas africanas não são importantes. Acho que isto vem trazer vergonha para África, porque agir desta forma é indecente. Mas o que é que eu posso fazer? Nós, africanos, não demonstramos que África é importante. Favorecemos mais o que é de fora, do que o nosso próprio continente. É patético. O Yaya vai tomar conta do Yaya, e África que tome conta de si própria! Como já disse muitas vezes, não podes preocupar-te muito com África, porque ela é sempre a primeira a deixar-te mal. Quando regressar à Europa, vão fazer-me muitas perguntas. E vou ter de respondê-las. Vou ter que ser honesto, porque eu sempre digo a verdade”, esclareceu Touré.
“Se o Lionel Messi ganhou todos os troféus, mas a Bola de Ouro na segunda-feira for parar ao Cristiano Ronaldo, o que é que diríamos? Que era injusto”, finalizou o jogador que em 2015 conquistou, pela Costa do Marfim, o CAN e a nível de clubes não conseguiu nenhum troféu.
Yaya Touré, jogador do Manchester City, foi o segundo melhor jogador africano do ano de 2015 perdendo para o gabones Pierre-Emerick Aubameyang.
Depois de quatro vezes seguido ter sido eleito jogador do ano, o médio do City ficou indignado pela forma como não pode fazer o “penta”.
“Estou muito, muito desapontado. É triste ver África reagir desta forma, quando parece que as conquistas africanas não são importantes. Acho que isto vem trazer vergonha para África, porque agir desta forma é indecente. Mas o que é que eu posso fazer? Nós, africanos, não demonstramos que África é importante. Favorecemos mais o que é de fora, do que o nosso próprio continente. É patético. O Yaya vai tomar conta do Yaya, e África que tome conta de si própria! Como já disse muitas vezes, não podes preocupar-te muito com África, porque ela é sempre a primeira a deixar-te mal. Quando regressar à Europa, vão fazer-me muitas perguntas. E vou ter de respondê-las. Vou ter que ser honesto, porque eu sempre digo a verdade”, esclareceu Touré.
“Se o Lionel Messi ganhou todos os troféus, mas a Bola de Ouro na segunda-feira for parar ao Cristiano Ronaldo, o que é que diríamos? Que era injusto”, finalizou o jogador que em 2015 conquistou, pela Costa do Marfim, o CAN e a nível de clubes não conseguiu nenhum troféu.






